CDU defende que a água não deve ser um negócio

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A CDU apresentou uma proposta de recomendação para apreciação sobre a água. “Um direito humano” que não deve ser, “de todo, um negócio”, defende a força política. Em S. João da Madeira o serviço de distribuição de água e saneamento de águas residuais está concessionado à empresa Águas de S. João que tem como acionistas a Câmara Municipal de S. João da Madeira, com 51% do capital, e a Indaqua, com 49%. “Desde o início, em 2009, a empresa tem remunerado os seus acionistas com verbas avultadas” e “nos últimos anos, cerca de 30% da sua faturação foi para os cofres do Município e 7% para o acionista privado que investiu – para adquirir a sua posição na empresa – cerca de quatro milhões de euros”, lê-se na proposta da CDU que reafirma uma vez mais que “considera impróprio que os munícipes, ao pagarem o respetivo consumo de água, também estejam a pagar, avulsamente, outras despesas não relacionadas com o referido consumo”, sendo, a seu ver, “despesas que devem ser suportadas pelo orçamento municipal para as quais os munícipes já contribuem com os seus impostos”.

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