Como surgiu a paixão pela natação?

Por intermédio da minha mãe, que obrigou-me a ir para a natação quando eu queria ir para o futebol. Queria que aprendesse a nadar para estar mais descansada quando fossemos para a praia ou para a piscina. Os treinadores viram que nadava bem e que tinha talento e fui-me adaptando aos treinos e os resultados começaram a aparecer. Desde então já representei a Seleção Nacional de Juvenis e estou, neste momento, no Centro de Alto Rendimento do Jamor, depois de também já ter estado no Centro de Alto Rendimento de Rio Maior.

Hoje és uma promessa da natação nacional. Como justificas o crescimento numa modalidade que começou como uma imposição?

A transição entre a obrigação e a paixão surgiu com alguma naturalidade e foi o resultado duma competitividade saudável entre alguns amigos nos treinos, que hoje já não nadam, que levou a que as coisas começassem a ser encaradas de outra maneira. De certa forma, é também resultado da minha persistência e dos meus treinadores, pois muitas vezes pensei em desistir, mas lembravam-me sempre que tinha talento e capacidade para chegar a um patamar mais alto.

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