A minha coluna

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Ora cá estamos…

Para quem tinha saudades do que é um bombardeamento visual e auditivo de eleitoralismo, nada melhor do que viver uma pré-campanha e uma campanha, que são mais ou menos a mesma coisa, com 19 – DEZANOVE – candidaturas. É claro que todos têm direito a lutar por um lugar no parlamento e, muito antes disso, a um lugar nas entrevistas e debates que valorizam cada vez mais o comando da televisão, na medida em que lhe damos, nesta altura, importância e uso acrescido. Eu sei que os dezanove cumprem as regras exigidas por lei para terem audiência. Mas, como diz o outro, não seria de todo despiciendo fazerem um exame, pelo menos escrito, antes dos debates para distinguir os que conseguem articular uma ideia, uma só, dos que o não conseguem. Os que o conseguissem teriam antena e os outros… bom, os outros deveriam ser obrigados a regressar à escola. Anteontem, terça-feira, pela curiosidade que me despertava ver o desempenho da sanjoanense Renata Cambra, filha do meu amigo Luís e neta do “centrista” Manuel Cambra a defender as ideias do MAS enquanto candidata em Lisboa, permiti a mim próprio passar quase duas horas a ouvir os partidos “mais pequenos”, ou seja, aqueles que não têm (ainda) representação par(a)lamentar, a treinar para quando subirem de divisão. Foi interessante.

 

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