Número de beneficiários do serviço de teleassistência domiciliária triplica em 10 anos 

 

“Se não fosse o aparelho a quem pedia ajuda?”. A pergunta retórica, feita com o propósito de levar à reflexão, é de Helena Santos Ferreira. Esta idosa de 72 anos, doente oncológica, está entre os beneficiários do serviço de teleassistência domiciliária implementado pela câmara há uma década. E digamos que é uma das suas defensoras mais ferrenhas.

A viver sozinha numa habitação social na Avenida de Casaldelo, Helena não prescinde daquela que diz ser “uma ajuda preciosa”. Isto, mesmo com o filho mais novo e a nora, que são os familiares mais próximos geograficamente, a estarem presentes quando é preciso. E também mesmo havendo “bons vizinhos” e a ACAIS – Associação do Centro de Apoio aos Idosos Sanjoanenses, onde frequenta o centro de dia.

 

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