Alda Rios, da Casa Almeida, “inaugura” a nova rubrica do labor, de periodicidade mensal, com que se pretende dar a conhecer a gente boa de que é feita esta terra 

 

Do alto dos seus 78 anos, Alda Rios é uma mulher marcante, como há poucas. Não há como não reparar nela. Seja na rua, seja na esplanada do seu restaurante enquanto está a beber café ou a ler. Estas são das coisas que mais lhe apraz fazer, para além de, claro, cozinhar muito bem. Entre as especialidades desta cozinheira exímia estão o entrecosto e o coelho grelhados e os assados, para além das sobremesas “de comer e chorar por mais”.

Foi precisamente na esplanada da Casa Almeida, na Rua do Dourado, que Alda Rios, ou D. Alda como carinhosamente muitos a ela se referem, chamou a atenção do labor já há uns tempos e também foi ali que conversámos. E, uma vez mais, lá estava ela acompanhada do seu cafezinho e de um livro com dicas culinárias que alguém lhe tinha oferecido há poucos dias.

Naquela que acaba por ser mais a sua casa do que a própria casa, de tantas que são as horas que ali passa a trabalhar, Alda abriu-nos o “baú das memórias”. As recordações de outrora remetem, como não podia deixar de ser, para o grande amor da sua vida, José Almeida, o eterno capitão da Associação Desportiva Sanjoanense (ADS).

 

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