Quantas vezes nossa mente se distrai com silhuetas,

Que desfilam lá bem longe por linhas dos horizontes,

Através de uma vidraça onde há nuvens brancas, pretas,

Disformes, moldam-se nelas quantos muros e quantas pontes?

 

E elas, massas de ar, ameaçam tempestade,

Num mar que se mostra calmo, de espumas como penas,

E a mente a rejeitá-las, cansada de veleidade,

De fantasias que correm como as águas mais serenas!

 

Flores Santos Leite

 

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