A minha coluna

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Uma TAPA ao Norte

Defendo o apoio do Estado à TAP. Não é de agora nem por “solidariedade” com as opiniões do atual ministro que a tutela. Também concordo que um eventual encerramento da TAP levaria, por arrasto, ao encerramento de centenas de empresas e ao despedimento de milhares de trabalhadores porque os serviços adquiridos pelas outras companhias o são, maioritariamente, fora de Portugal. Mas não concordo, nunca concordei nem concordarei com o abandono a que a companhia está a votar o Norte, as suas populações e a sua indústria. Por razões de ordem profissional fui sempre um defensor das alternativas TAP em deslocações da indústria com quem trabalho. E senti sempre que essa preferência era partilhada pela maioria dos empresários. As empresas do setor de calçado sempre viajaram diretamente para os principais certames internacionais diretamente a partir do Porto, na TAP. É o exemplo de que melhor me posso pronunciar, até com mais conhecimento do que o próprio ministro PNS apesar de o ter ouvido hoje dizer na TSF que conhece a rota Porto-Milão como as próprias mãos. Eu conheço melhor. Eu e muitos mais.

Assédio ao Estado

Esta semana o “país CMTV” teve mais um dos habituais momentos de desbunda alegadamente investigatória, mas objetivamente encomendada para colocar a cidade no mapa. Embora com decisão de um Tribunal transitada em julgado e que impõe ao Município – a todos os sanjoanenses… – pagar determinado valor a uma ex-funcionária com base num alegado assédio moral, foi contada uma compreensível, sob o ponto de vista humano, história que qualquer cristão lamentará que tenha acontecido. Mas que parece não corresponder à verdade

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