Uma exposição fotográfica “O passado, o presente e o futuro da Mina do Pintor” de António Augusto Mota esteve patente de 20 a 23 de maio no salão paroquial de Nogueira do Cravo.

A exposição com fotos do autor e de Carlos Costa, alguns documentos e artefactos, teve o objetivo de chamar a atenção para o processo de recuperação e musealização deste espaço, que urge realizar para estimular o turismo da região.

“A Mina do Pintor quer seja pela sua monumentalidade, com cinco chaminés construídas em pedra sendo uma, a mais alta Chaminé construída na península, ou o que representou no passado, como a maior empresa empregadora do conselho de Oliveira de Azeméis, deverá no presente e no futuro simbolizar a riqueza do património de Nogueira do Cravo, de Oliveira de Azeméis e da região, que deu emprego a muita gente e deve ser um orgulho para todos”, explica António Mota em comunicado enviado ao labor.

No início, Ricardo Freitas fez a apresentação do autor e da exposição, referindo que “não é somente uma exposição fotográfica, mas também monográfica, porque o autor vai além da fotografia e apresenta-nos, de forma quase inédita, algumas particularidades acerca da Mina do Pintor em termos documentais e materiais”.

Entre os presentes estiveram a vereadora Inês Lamego, da câmara oliveirense, Gaspar Almeida, presidente da junta, representantes de algumas associações nogueirenses, muitos amigos e familiares.

Para além do Agrupamento dos Escuteiros de Nogueira do Cravo, de professores e alunos da Universidade Sénior do Rotary de S. João da Madeira, a exposição foi visitada por muitas pessoas ligadas à história do concelho e que se inteiraram da realidade do espaço envolvente da Mina do Pintor.

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