Rotary Club homenageou o fotógrafo Carlos Santos

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“O património que nos lega é extraordinário”, disse o autarca Jorge Sequeira, uma das presenças na Homenagem ao Profissional do Ano

 

Tal como o labor anunciou oportunamente na edição anterior, publicando, inclusive, uma entrevista de fundo ao fotógrafo de renome, Carlos Santos foi, este ano, o profissional homenageado do Rotary Club de S. João da Madeira (RCSJM), num jantar festivo que teve lugar no antigo salão nobre da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários, no passado sábado.

Logo no início do encontro, segundo nota informativa remetida à nossa redação, o presidente rotário lembrou que o Reconhecimento do Mérito Profissional é uma tradição do movimento rotário. Aliás, “os 35.000 clubes rotários do mundo inteiro realizam, anualmente, uma cerimónia como esta, para reconhecer o valor dos profissionais das suas comunidades, é isso que estamos hoje aqui a fazer”, concretizou Hugo Silva.

Coube, depois, a Raul Castro, dos Serviços Profissionais do RCSJM, apresentar Carlos Santos: um “profissional discreto, sempre com ar tranquilo e sorriso no rosto, que tem sabido deixar uma marca positiva em todos os que lidam com ele. É um exemplo a seguir e, por isso, o Rotary Club de S, João da Madeira lhe atribui este reconhecimento”.

Seguiu-se uma breve cerimónia de entrega de lembranças: o Diploma de Mérito Profissional e, como é tradição no clube, a oferta de um retrato do homenageado, pintado pelo artista plástico rotário Jorge Miguel.

“Gostava de ser recordado não só como um bom fotógrafo, mas, sobretudo, como uma boa pessoa”

Chegado o período das intervenções, a primeira foi a do profissional distinguido, cujas primeiras palavras foram para os seus pais, evocando particularmente a figura de seu pai, infelizmente já desaparecido, para quem pediu um minuto de silêncio.

“O que eu mais gostava era que ele pudesse estar aqui connosco”, disse Carlos Santos, agradecendo ainda a homenagem do Rotary Club, com a frase que melhor define o seu percurso: “Gostava de ser recordado não só como um bom fotógrafo, mas, sobretudo, como uma boa pessoa”.

Por sua vez, a sua filha Isabel, visivelmente emocionada, referiu ser “um prazer homenagear o extraordinário homem que é o meu pai”. E a sua sobrinha Beatriz Santos mencionou o papel do tio na manutenção da unidade familiar: “O homem que tem registado todos os grandes momentos da vida da nossa família e que, às vezes, não aparece nas fotos, mas está sempre lá, porque foi ele que deu o clique”.

Rafael Sousa, o funcionário mais antigo da empresa, também se fez ouvir, falando da sua longa carreira como colaborador de Carlos Santos e considerando-o “um bom amigo e não um patrão”.

O último orador foi Jorge Sequeira, para quem Carlos Santos é “uma figura incontornável da cidade, um homem a cuja homenagem se associam todos os sanjoanenses, pela admiração e simpatia que suscita”. O autarca também fez questão de sublinhar “o papel de Carlos Santos no registo e na preservação da memória da cidade, dos momentos alegres e dos momentos tristes, da vida das pessoas, das escolas e das instituições”. “O património que nos lega é extraordinário”, vincou ainda.

Hugo Silva foi quem encerrou a sessão, plenamente convicto da justeza da homenagem a “um homem que nos lega um património de grande valor e que respira e transpira S. João da Madeira”.

Na ocasião, estiveram presentes, além do presidente da câmara, representantes da Santa Casa da Misericórdia, bombeiros voluntários, Liga Portuguesa Contra o Cancro, CERCI e clubes rotários do Porto e de Oliveira de Azeméis.

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