O seu líder de bancada, Gonçalo Fernandes, anunciou que vão “averiguar” a legalidade desta decisão e “exigir responsabilidades”

A sessão ordinária da Assembleia Municipal que teria início hoje, a partir das 21h00, acabou por não se concretizar devido à ausência do presidente da câmara, Jorge Sequeira, por estar a representar o país no Conselho da Europa, e do vice-presidente, José Nuno Vieira, por motivo de doença.

Um decisão criticada pelos deputados da Coligação PSD/CDS-PP/IL que fizeram questão de marcar presença, à hora da sessão, em frente ao Fórum Municipal, onde prestaram declarações à comunicação social.

Para além dos ausentes, presidente e vice-presidente, existem, a seu ver, vereadores que podiam perfeitamente assumir os seus lugares, assim como outros eleitos pela lista socialista. “O vice-presidente podia ser facilmente substituído. Só não acontece porque a Dr.ª Clara Reis decidiu por si e pelos membros do PS cancelar esta Assembleia Municipal sem falar com os líderes de bancada dos diversos partidos”, disse Gonçalo Fernandes, líder da bancada da Coligação PSD/CDS-PP/IL, aos jornalistas, adiantando que iriam “averiguar” a legalidade desta decisão, uma vez que “não encontramos suporte legal para o cancelamento da assembleia”, e “exigir responsabilidades”.

Responsabilidades por uma decisão que não os afetou só a eles, mas também a munícipes que ali estavam presentes para assistir à Assembleia Municipal, mas não souberam do seu cancelamento. Para Gonçalo Fernandes é “uma falta de respeito não estar aqui ninguém para avisar que a sessão foi cancelada”.

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