Uma iniciativa da Câmara Municipal de S. João da Madeira, através das divisões da Cultura e Ação Social, com financiamento do programa Portugal 2020

Foi na Praça Luís Ribeiro, no coração da cidade de S. João da Madeira, que culminou o projeto “Interferências 1.0”, que, ao longo de 19 meses, envolveu a comunidade local no desenvolvimento e apresentação de cinco performances, distribuídas por outros tantos locais emblemáticos do concelho. Uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal, através dos pelouros da Cultura e Ação Social.

Contando com financiamento do programa “Cultura para Todos”, do Portugal 2020. O “Interferências 1.0” registou a participação do “Teatro da Didascália”, que assegurou o desenvolvimento e a mediação artística junto da comunidade, envolvendo-a na criação de iniciativas culturais inovadoras, experimentais e inclusivas.

Nesse âmbito, decorreram performances no Museu da Chapelaria, no Museu do Calçado, na Casa da Criatividade (antigo Cinema Imperador), em edifícios da antiga metalúrgica Oliva e, no último sábado, na Praça Luís Ribeiro. Momentos com a participação de diferentes artistas, que coordenaram a criação de atividades em conjunto com munícipes, revistando histórias e tradições associadas a esses locais emblemáticos de S. João da Madeira.

“Pelos caminhos do real e do imaginário”

Com o envolvimento criativo de todos os artistas que desenvolveram os quatro momentos anteriores (César Estrela, Cláudia Ribeiro, Pedro Neves e Sara Barros Leitão), a emissão única da Rádio Interferências constituiu a conclusão do projeto, dando voz às pessoas e viajando “pelos caminhos do real e do imaginário”, depois de meses de trabalho conjunto, descreve a Câmara Municipal de S. João da Madeira em comunicado enviado ao labor.

Através da frequência da Rádio Informédia, cujos estúdios se localizam, precisamente, na Praça Luís Ribeiro, ou através da transmissão sonora feira para quem se encontrava nessa zona central da cidade, ao final da tarde do último sábado, ouviram-se registos com testemunhos e referências à identidade e ao património sanjoanenses, com particular atenção à história do chamado centro cívico de S. João da Madeira.

Na emissão da Rádio Interferências ouviu-se “dizer um horóscopo que nunca diz” ou relatar “um jogo de hóquei de 1970 que nunca existiu”, mas, acima de tudo, constatou-se o resultado das interferências desta iniciativa nas “vidas de todas as pessoas que a construíram nos últimos meses”, como anunciava a promoção desta apresentação única.

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